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    Promovendo o desenvolvimento e fortalecendo o mercado de resseguro no Brasil

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Notícias

  • A importância do respeito à diversidade no mercado segurador

    2019-04-08

    Fonte: CNSeg

    O respeito às diferenças de gênero, raça, religião e idade é atitude vital para a sustentabilidade do mercado de seguros. Este posicionamento foi consensual entre os participantes do painel técnico “Diversidade em Ação”, coordenado pela presidente da Associação das Mulheres do Mercado de Seguro (AMMS), Margo Black. Além de tratar dos  desafios relacionados à participação feminina no setor, o painel abordou a realidade vivida por pessoas transgênero, gays, negras, jovens e idosas nas companhias seguradoras e resseguradoras.
     
    A situação das mulheres foi apresentada pela diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros, Maria Helena Monteiro, com base na última pesquisa sobre a presença feminina no setor. Uma das facetas da desigualdade de tratamento que ainda persiste no mercado é a salarial, ela assinalou, observando que, na média, a remuneração das mulheres corresponde a 70% da percebida pelos homens – desigualdade atribuída por ela a fatores como a responsabilidade por serviços domésticos e os cuidados com filhos e idosos.
     
    Na pesquisa, realizada em 2015 com a Comissão de Recursos Humanos na CNseg, Maria Helena destacou também as diferenças na ascensão profissional. Embora as mulheres sejam maioria na base da pirâmide do setor, somente 1,4% delas conseguem chegar aos cargos executivos, alcançados por 4,7% dos homens. “Um homem tem três vezes e meia de chances a mais de tornar-se executivo”, lamentou, para acrescentar que, nos postos de gerência, os homens têm o dobro das oportunidades proporcionadas às mulheres.
     
    Apesare do consenso a respeito das desigualdades homem—mulher, os participantes do painel concordaram que a situação vem mudando no mercado, por iniciativa de entidades do setor, empresas e mobilizações femininas. Conselheira da AMMS, Ana Carolina Mello reportou as atividades da associação, ressaltou o apoio recebido por várias companhias e disse que os sinais de combate às desigualdades são animadores. “É uma percepção bem forte a de que grandes seguradoras e resseguradoras estão trabalhando para mudar essa situação”, afirmou.
     
    Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes também salientou os esforços da Confederação e do setor para promover a igualdade de tratamento entre homens e mulheres. Nosso setor tem o dever de ser o reflexo da sociedade. A diversidade está no DNA do mundo segurador“, declarou, lembrando que a entidade possui o Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão, vinculado à Superintendência de Relações de Consumo e incumbido de realizar o Censo de Diversidade do Mercado Segurador.
     
    As outras frentes de combate à desigualdade de tratamento no dia a dia das empresas foram abordadas em depoimentos de profissionais do setor. A professora da Escola Nacional de Seguros Flavia Bianco deu seu testemunho como pessoa transgênero, chamando a atenção para problemas como a falta de reconhecimento de méritos. “O fato de eu ser transgênero não me limita em minhas possibilidades profissionais”, afirmou. Juliana Pelegrín relatou problemas enfrentados por ser gay, queixando-se de que ainda há muita discriminação no mercado”.
     
    Para a superintendente de Comunicação Solange Guimarães, que contou experiências como mulher negra no setor, o enfrentamento das desigualdades e discriminações é fundamental para o desenvolvimento sustentável do mercado segurador. “A empresa que não tem olhar para a diversidade não tem olhar para o futuro”, alertou Solange.
     
    Os problemas vividos pelas jovens no setor foram tema do depoimento de Maria Luiza Cabral, há quatro anos no mercado. Ela leu depoimentos de amigas com denúncias de assédio sexual sofrido em empresas nas quais trabalharam. “É muito importante ter a quem recorrer dentro das empresas”, defendeu Maria Luísa, para quem as companhias devem dar mais atenção ao problema. Em nome das pessoas mais velhas, o testemunho foi de Judith Newsam, que atua no país há duas décadas, depois de 16 anos no mercado de Londres. “Tudo o que foi falado aqui nunca poderia ter sido falado na época em que comecei”, disse, reconhecendo o avanço do debate sobre diversidade do setor de seguro e resseguro.
     

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